quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Porque rir é bom demais



Muito mais que uma simples comédia, Eu os declaro marido e... Larry (I now pronounce you Chuck and Larry) brinca com um assunto polêmico levantando a bandeira contra o preconceito. Chuck Levine(Adam Sandler) e Larry Valentine(Kevin James) são dois bombeiros do Brooklin admirados pela corporação, além de serem muito amigos.

Larry é viúvo e a única forma de conseguir que seus filhos tenham direito aos benefícios de seu seguro de vida é se casando novamente. Porém, o bombeiro não confia seu dinheiro a qualquer pessoa e depois de Larry salvar a vida de Chuck no trabalho, ele pede ao amigo que faça uma "parceria doméstica" - casameto de pessoas do mesmo sexo - para que seus filhos sejam beneficiários.

Depois de negar algumas vezes, Chuck, que só quer curtir a vida, acaba cedendo pois ninguém precisará saber do acordo. Porém, a união passa por várias "fiscalizações" pois os burocratas desconfiam do casal. Com isso, Larry e Chuck têm que revelar à cidade além de viver como um casal bem apaixonado morando juntos.

Na sala do cinema, as risadas descontroladas começam a partir do momento em que os dois amigos decidem dividir o mesmo teto. Inicialmente, o filme aparenta mais um "besteirol americano", mas quando os personagens de Sandler e James passam a dividir as tarefas de casa e procuram uma advogada "gostosona" que os defenda, a história começa a mudar de rumo.

Com roteiro de Barry Fanaro, Alexander Payne e Jim Taylor, "Eu os declaro marido e...Larry" escracha a comunidade gay ao mesmo tempo em que acompanhamos Chuck em sua mudança radical. O personagem de Sandler deixa de ser um machista e passa a se tornar mais humano e luta contra o preconceito. Além de ter de assumir a situação, Chuck, muito mulherengo, ainda tem de lidar com a forte atração que sente por sua advogada.

O filme arranca risadas gostosas durante várias cenas. E mais, mostra até que ponto uma amizade verdadeira pode ir. Vale à pena. Rir com Sandler é, na maioria das vezes, muito divertido.



sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Sorria você está sendo filmado

Durante dois dias, estudantes de Jornalismo de Niterói emprestaram o microfone aos niteroienses. Em frente as câmeras os moradores deram sua opinão e reclamaram do que acham errado, além de deixar espaço para música e bom humor.

Confira o resultado dessa curiosa experiencia no documentário Na Lente.

video


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terça-feira, 18 de setembro de 2007

Anjos caninos


Como ninguém posta nada, venho aqui deixar um recado:

Existem pessoas que não gostam de cães. Estas, com certeza, nunca tiveram em suas vidas um amigo de quatro patas. Ou, se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali.

Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor. Quem mais pode dar amor incondicional, amizade sem pedir nada em troca, afeição sem esperar retorno, proteção sem ganhar nada, fidelidade 24 horas por dia?

Ah, não me venham com essa de que os pais fazem isso porque os pais são humanos e quando os agredimos eles ficam irritados e se afastam... Um cão não se afasta mesmo quando você o agride, ele retorna cabisbaixo, pedindo desculpas por algo que talvez não fez, lambendo suas mãos a suplicar perdão.

Alguns anjos não possuem asas, possuem quatro patas, um corpo peludo, nariz de bolinha, orelhas de atenção. Olhar de aflição e carência. Apesar dessa aparência, são tão anjos quanto os outros (aqueles com asas) e se dedicam aos seus humanos tanto quanto qualquer anjo costuma dedicar-se.

Às vezes, um humano veste a capa de anjo e sai pelas ruas a catar anjos abandonados à própria sorte. E lhe cura as feridas, alimenta, abriga só para ter a sensação de ter ajudado um anjo...

Deus, quando nos fez humanos, sabia que precisaríamos de guardiões materiais que nos tirassem do corpo as aflições dos sentidos. E nos permitissem sobreviver a cada dia com quase nada, além do olhar e da lambida de um cão...

Que bom seria se todos os humanos pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!

(autor desconhecido)


obs: em homenagem ao meu labrador querido Joey Tribbiani e ao meu poodle (in memorian) Bikinho.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Um pouco mais de Nelson Rodrigues

Aqui vai um link de uma entrevista que fiz com Sábato Magaldi para a revista em que trabalho. Para quem não conhece, ele é um dos grandes estudiosos das obras rodriguianas.

Beijos